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16 de janeiro de 2010

33... ora diga lá outra vez?!

Que bela idade, hein?!!!
Ha quem diga que é uma idade gira pois é uma capicua... ou na numeralogia, um número mestre... mas confesso que 22 era bem melhor!!

Significado do numero 33 - doador incondicional!
"A sua lição de vida é aprender a doar-se em prol dos seus semelhantes.
Este é um número de importância espiritual, sujeito a ansiedade e instabilidade emocional.
Para viver à altura do seu ideal precisará ter amor incondicional e coragem.

Positivo: controle emocional, idealismo, capacidade de comando, planeamento visando o futuro
Negativo: insensibilidade, excentricidade, violência, futilidade, frieza"

Bom, sendo este ano de tantas mudanças... para já a nivel pessoal e, em breve, a nivel profissional, bem que a City Girl necessita dos factores positivos associados a este número :)

9 de novembro de 2009

20 anos da queda do muro de Berlim

9 de Novembro de 1989... foi um dia histórico, não só para a Alemanha, como para todo o Mundo. Foi há 20 anos que o muro de Berlim caíu e que se deu como que o 25 de Abril dos alemães.

Ao contrário do que aconteceu em Portugal, desta vez já era nascida e lembro-me perfeitamente de estar a assistir pela tv às imagens que nos chegavam... na altura não percebia bem a dimensão que este dia iria ter, já que marcou o colapso do comunismo na Europa, mas sabia que se tratava de algo muito importante.

Angela Merkel foi uma das milhares de pessoas que nesse dia atravessou esta linha de divisão entre a RDA e a FRA... aqui fica um excerto do seu testemunho que pode ser lido na íntegra aqui:

"East Berliners streamed toward border crossings. Facing huge crowds and lacking instructions, border guards opened the gates — and the wall was on its way into history.

Merkel said she was among the East Germans who, hearing Schabowski's words, thought "something might happen on the evening of Nov. 9." Like many others, she made her way across.

"We were speechless and happy," the 55-year-old recalled in an interview with ARD television.

Music from Bon Jovi and Beethoven was to recall the joy of the border's opening, which led to German reunification less than a year later and the swift demolition of most of the wall — which snaked around West Berlin, a capitalist enclave deep inside East Germany, for 96 miles (155 kilometers)."

29 de outubro de 2009

Parabens Asterix



Astérix é uma série de banda desenhada criada em França por Albert Uderzo e René Goscinny em 1959. As primeiras publicações surgiram na revista Pilote, logo no primeiro número a 29 de Outubro de 1959. O primeiro álbum "Asterix o Gaulês" foi editado em 1961 e, desde essa data, novos albuns são lançados anualmente



O prólogo de todas as edições dos livros de Asterix, o gaulês é: "Estamos no ano 50 andes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos... Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor. E a vida não é nada fácil para as guarnições de legionários romanos nos campos fortificados de Babaorum, Aquarium, Laudanum e Petibonum..."

Asterix reside com seus amigos numa pequena aldeia gaulesa situada numa península na Armónica, ao norte da antiga Gália. Para resistir ao domínio romano, os aldeões contam com a ajuda de uma poção mágica que lhes dá uma força sobre-humana, preparada pelo druida Panoramix. A exceção é Obelix que caiu dentro de um caldeirão cheio da poção quando ainda era bebé e adquiriu permanentemente a super-força.

Site oficial: www.asterix.com

29 de setembro de 2009

Parabens Mafalda!


Mafalda surgiu pela primeira vez a 29 de Setembro de 1964 nas páginas do semanário argentino Primera Plana. Joaquin Lavado (Quino) imaginou Mafalda para um anúncio publicitário a uma marca de electrodomésticos, no qual lhe pediram que desenhasse a história de uma família típica da classe média.

A banda desenhada não chegou a ser publicada, mas Quino recuperou a personagem Mafalda quando o convidaram para publicar no Primera Plana, na altura um jornal que procurava fazer uma reflexão crítica da actualidade argentina e internacional.

À primeira vista, Mafalda podia ser uma menina de seis anos, reguila, desafiadora e descarada, mas depressa se percebeu que da sua boca, dos balões que Quino preenchia, saíam comentários mordazes e pertinentes sobre a ordem do mundo, a luta de classes, o capitalismo e o comunismo, mas também, de forma mais subtil, sobre a situação política e social argentina.

Era a Mafalda, a contestatária e insatisfeita, "uma heroína zangada que recusa o mundo tal como ele é", descreveu Umberto Eco em 1969, num prefácio a um dos álbuns que Quino dedicou à personagem. A par da atitude de adulto mas com o desarmante discurso de uma criança, Mafalda tinha essa mesma condição de menina, que detestava sopa, adorava os Beatles, não compreendia a guerra no Vietname e tinha monólogos preocupados em frente a um globo terrestre.